FORMAÇÃO EM SERVIÇO
ANO 2016
1º ENCONTRO
Relatório Para Memorial
Encontro
I: BNC: Conceitos,
Filosofia, Formatação e Organização
Aluna: Leliane
Duarte
Tutora: Janinha Gerker e Denize Mezadri
Dia da Formação: segunda e sexta -feira
Aos 04 dias do mês de abril
do decorrente ano, estivemos reunidas no primeiro Encontro de Formação em Serviço, cuja qual
trazia como Texto Base para estudo, a Base Nacional de Educação e sua discussão
na sociedade atual em busca de uma tentativa de acerto em questão ao currículo
básico para o Brasil de maneira a torná-lo único, digamos assim, onde todas as
regiões estarão trabalhando os mesmos conteúdos, contudo respeitando sua
regionalidade, cultura, respeitando os direitos de aprendizagem, trazendo
melhoria de vida para alunos e professores.
No primeiro momento para
realização dos trabalhos foi apresentado um debate visual em vídeo de um
programa cultural chamado SALA DEBATE, trazendo uma ampla discussão sobre o
assunto onde as convidadas para este evento concordaram e discordaram em suas
opiniões sobre esse momento pelo qual a educação Brasileira está passando , embora não seja de hoje o
início do estudo relacionado a currículo básico nacional. Durante esse debate,
as convidadas colocaram em destaque a meta 7 desta tal Base Nacional Comum.
Participou ainda deste encontro o Senhor Roberto Franklin Leão, Presidente da
Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação de Brasília, onde ele fala
sobre o respeito as diferenças regionais dentro desse modelo que se quer
adequar a nossa sociedade.
Em seguida estudamos ainda
neste encontro, uma apostila da autora Elizabeth Macedo, onde em sua escrita
sobre o assunto, ela faz uma crítica em relação a fragmentação dos conteúdos
baseado na taxionomia de Blom, onde deixa o currículo muito disperso. Esse assunto
em estudo houve um debate pelas professoras presentes juntamente com nossa
Tutora Janinha Gerker. Em ocasião as professoras ao debaterem o assunto citaram
exemplos reais sobre como está a educação hoje e a preocupação com ela nos
próximos anos que virão. Será que realmente será um currículo básico que
contemplará a real necessidade dos alunos para sua formação e atuação na sociedade
em seu dia-a-dia? Será que vai funcionar? Será que o profissional de Educação
ele será valorizado o seu trabalho com essa mudança? O que realmente é
importante para nossos alunos?
Em um aspecto todos concordaram: É necessário o ensino e a aprendizagem quanto a leitura, escrita, interpretação e matematização na vida dos alunos, claro respeitando sua regionalidade e seu tempo de aprendizagem.
Em um aspecto todos concordaram: É necessário o ensino e a aprendizagem quanto a leitura, escrita, interpretação e matematização na vida dos alunos, claro respeitando sua regionalidade e seu tempo de aprendizagem.
Sabemos que será um debate
longo e que precisa ser implantado o quanto antes. Várias são suas metas e
precisam ser alcançadas. É de suma importância a participação da família, dos
professores, da sociedade na construção deste documento, pois afinal estamos
falando sobre a educação brasileira e em que rumo ela irá tomar.
FORMAÇÃO EM SERVIÇO
ANO 2016
Encontro I:
Atividade do Primeiro
Encontro
BNC: Conceitos, Filosofia, Formatação e
Organização
Aluna: Leliane Duarte
Tutora: Janinha Gerker e Denize Mezadre
Dia da Formação: segunda e sexta-feira
Aos oito dias do mês de
abril do corrente ano de 2016, estivemos conversando com os professores a
respeito de Currículo Básico Nacional com alguns professores e pedagogas da
Escola Municipal de Ensino Fundamental “Céu Azul”, e levantaram-se os seguintes
questionamentos:
1º- O antigo currículo, ele
não funciona?
2º- Esta mudança vai
conseguir realmente surtir o efeito que se espera?
3º- Vamos conseguir colocar
em prática as ações propostas neste novo projeto?
4º- Mudar o currículo vai
garantir qualidade de ensino ao aluno?
5º A Base é tendenciosa?
6º- Vamos conseguir
alfabetizar nossos alunos na idade certa?
Enfim, os questionamentos
são vários, as dúvidas enormes. Mais de uma coisa temos a certeza: Não pode
continuar do jeito que está. Se por exemplo recebemos um aluno de um outro
estado aqui no nosso, a complexidade que existe em adaptar o histórico que o aluno
traz é enorme. Além do conteúdo, o sistema de avaliação é diferente, a
sequência de conteúdos é diferente, e assim segue uma série de diferenças que
encontramos de um para o outro.
Então algo precisa ser
mudado. O novo causa medo, mais se não se enfrenta o mesmo, se continua na
mesmice. Será que valerá a pena tentar? Esperamos que o melhor seja feito,
afinal a educação é o maior legado que se pode deixar para as gerações futuras.
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