domingo, 24 de julho de 2016

3º Encontro

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PREFEITURA MUNICIPAL DE PIÚMA
FORMAÇÃO EM SERVIÇO
ANO 2016
3º ENCONTRO

Relatório Para Memorial
Encontro III: Regimento Interno das Escolas Municipais ( Organização, Direitos e Deveres)
 Aluna: Leliane Duarte
Tutora: Janinha Gerker e Denize Mezadre
Dia da Formação: seguna e sexta- feira

Neste encontro de estudo, a moderadora foi a cursista Leliane Duarte, que trouxe alguns slides relacionados ao tema apresentado em Power point, com um vídeo de abertura para apresentação do tema trabalhado, bem como outros para enriquecimento do estudo em questão.
Durante a apresentação a moderadora, apresentou como o Regimento está organizado e falou sobre os direitos e deveres constantes neste.
Falou sobre a importância do regimento para os professores como um instrumento de apoio e referência a ser usado pelos educadores.
Deu um maior enfoque quanto a Direção Escolar e como esta é considerada perfeita. Qual seria o gestor ideal para causar no ambiente de trabalho escolar uma harmonia que envolva todos os profissionais que trabalham com este, almejando o sucesso escolar de nossos alunos e consequentemente daquela unidade de ensino.
Fora aberto em discussão para os educadores cursistas ali presentes como articulação da moderadora em questão um momento para que os professores expusessem sobre sua relação com seus gestores em suas unidades de ensino. Na oportunidade a moderadora também explanou sobre seu gestor e suas práticas de trabalho.
Como profissionais da educação Paulo Freire e Heloisa Luck, falam sobre a liderança e seus desafios que não são poucos no dia a dia. Discutimos sobre a potencialidade que o gestor precisa ter para tornar sua equipe, uma equipe de confiança com quem ele possa trabalhar e depositar seus ancejos de melhora e conquista.
A gestão democrática da educação formal está associada ao estabelecimento de mecanismos legais e institucionais e à organização de ações que desencadeiem a participação social: na formulação de políticas educacionais; no planejamento; na tomada de decisões; na definição do uso de recursos e necessidades de investimento; na execução das deliberações coletivas; nos momentos de avaliação da escola e da política educacional. Também a democratização do acesso e estratégias que garantam a permanência na escola, tendo como horizonte a universalização do ensino para toda a população, bem como o debate sobre a qualidade social dessa educação universalizada, são questões que estão relacionadas a esse debate. Esses processos devem garantir e mobilizar a presença dos diferentes atores envolvidos, que participam no nível dos sistemas de ensino e no nível da escola (Medeiros, 2003).

Pensar a autonomia é uma tarefa que se apresenta de forma complexa, pois se pode crer na ideia de liberdade total ou independência, quando temos de considerar os diferentes agentes sociais e as muitas interfaces e interdependências que fazem parte da organização educacional. Por isso, deve ser muito bem trabalhada, a fim de equacionar a possibilidade de direcionamento camuflado das decisões, ou a desarticulação total entre as diferentes esferas, ou o domínio de um determinado grupo, ou, ainda, a desconsideração das questões mais amplas que envolvem a escola.

Outro conceito importante é o da participação, pois também pode ter muitos significados, além de poder ser exercida em diferentes níveis. Podemos pensar a participação em todos os momentos do planejamento da escola, de execução e de avaliação, ou pensar que participação pudesse ser apenas convidar a comunidade para eventos ou para contribuir na manutenção e conservação do espaço físico. Portanto, as conhecidas perguntas sobre "quem participa?", "como participa?", "no que participa?", "qual a importância das decisões tomadas?" devem estar presentes nas agendas de discussão da gestão na escola e nos espaços de definição da política educacional de um município, do estado ou do país.

Vários autores, como Padilha (1998) e Dourado (2000), defendem a eleição de diretores de escola e a constituição de conselhos escolares como formas mais democráticas de gestão. Outro elemento indispensável é a descentralização financeira, na qual o governo, nas suas diferentes esferas, repassa para as unidades de ensino recursos públicos a serem gerenciados conforme as deliberações de cada comunidade escolar. Estes aspectos estarão conformados na legislação local, nos regimentos escolares e regimentos internos dos órgãos da própria escola, como o Conselho Escolar e a ampla Assembléia da Comunidade Escolar. Para funcionar em uma perspectiva democrática, segundo Ciseki (1998), os Conselhos, de composição paritária, devem respaldar-se em uma prática participativa de todos os segmentos escolares (pais, professores, alunos, funcionários). Para tal, é importante que todos tenham acesso às informações relevantes para a tomada de decisões e que haja transparência nas negociações entre os representantes dos interesses, muitas vezes legitimamente conflitantes, dos diferentes segmentos da comunidade escolar. Os conselhos e assembleias escolares devem ter funções deliberativas, consultivas e fiscalizadoras, de modo que possam dirigir e avaliar todo o processo de gestão escolar, e não apenas funcionar como instância de consulta.

A moderada encerrou sua apresentação com o vídeo: Gladiador. Vídeo motivacional que deixa claro que tudo aquilo que fazemos na vida ecoa na eternidade e que reconhecimento pelo que fazemos vem com o tempo, e para isso precisamos trabalhar de forma organizada e sempre em união.


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